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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Departamento da Mocidade da AD realizou um passeio ciclistico e moto-carreata pela ruas de Areia Branca































A mocidade da Assembleia de Deus realizou na tarde deste domingo, 03, um passeio ciclístico pelas principais ruas da cidade como forma de evangelização e contou com a participação da diretoria da igreja e dirigentes de diversas congregações. O evento teve iniciou no conjunto IPE e percorreu outros conjuntos e bairros como: Salinópolis, Navegantes, Conceição, Pastor Jocelino, Projeto Crescer, COHAB, Samoban, Santos Cristo, São João, Bairro Nordeste,  Torre da Rádio, Centro,  Baixa da Maré, Praça da Conceição e encerrou com um culto evangelístico na Praça Luiz Batista. No final houve um abraço simbólico na praça Luiz Batista e o pastor Severino Gomes, (pastor da igreja) fez uma oração pela cidade.

Segundo o presidente da mocidade, Azafe Santos, este trabalho faz parte do programa de evangelização da mocidade que acontece todo primeiro domingo de cada mês, convidando a população para o culto no Templo Sede na deputado Manuel Avelino.

domingo, 27 de julho de 2014

Culto Evangelistico em Casqueira I

Neste sábado 26, foi realizado grande Culto Evangelístico na Congregação de Casqueira I que teve a colaboração de vários irmãos das diversas congregações do campo e da Banda Canaã (IPE).
Ao término do trabalho uma pessoa aceitou a Jesus como salvador. Aleluia!
















quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Que Natal você comemora?

 Dois Natais acontecem todos os anos, no mesmo mês… Um é o natal de Jesus, O Filho de Deus. O outro é o natal de um papai bonachão que não vem do céu, e que só dura um dia, e logo se desvanece. O Natal de Jesus é uma festa de abundante vida e alegria, que acontece na alma, oriunda do trono de Deus, onde sua vinda a este mundo é comemorada.
O outro é o natal de Noel, que também é chamado de papai e que “presenteia” as crianças. Diz: “ho ho ho” e está sempre acompanhado de nefastos seres elementais “duende
Que irônica utopia! 
Tão “bonzinho”, só é lembrado neste dia…. porém, nos outros dias do ano onde está ele?
Quer saber? Eu lhe digo! Materializa-se em objetos de consumo forçando seus seguidores a comprar, comprar e comprar, afinal, são todos dominados pela entidade… ops! desculpe! Espírito de natal.
Por outro lado o Natal de Cristo Jesus é real.
Não se conhecia ainda o velhinho bonachão, mas o Cristo já era adorado desde a eternidade, e continua sua eterna existência cumprindo sua missão de trazer salvação ao mundo.

Infelizmente muitos há que trocam o real pelo imaginário, a Verdade pela fantasiosa suposição infundada, preferem o glamour das árvores cintilantes, neves, chaminés, trenós, magias, etc, ao tosco e pesado peso da renúncia, chamada por Cristo de “Cruz”.

Que pena… o verdadeiro Natal foi esquecido; o menino que nasceu em Belém, numa manjedoura, para trazer a resposta, morrer pelo homem,ressurgir dentre os mortos e garantir assim vida eterna com Deus nem se quer é mencionado, foi esquecido, foi abandonado.

Que tipo de natal você vai festejar? O natal de Jesus, que é eterno, ou… um falso natal que dura apenas um dia? Se durar!

Não espere presente neste final de ano, o maior de todos você já ganhou, foi o Dom de Deus, Jesus.

Em meio às árvores, duendes, manjedouras, “bons velhinhos” , trenós e tudo o mais, prevalece a tosca Cruz. Não te iludas com meras lâmpadas se podes possuir a Vera Luz. Como? Trocando o falso natal pelo Natal de Jesus.

"Feliz Renascimento"

Lição 13 - Tema a Deus em Todo Tempo

TEMA A DEUS EM TODO TEMPO
Texto Áureo: Ec. 12.13 – Leitura Bíblica: 12.1-8

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
Ao final desta série de estudos em Provérbios e Eclesiastes voltamos justamente para o local onde começamos: o temor do Senhor. O autor do livro de Provérbios destaca que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv. 1.7). O autor do livro de Eclesiastes conclui que temer a Deus e guardar seus mandamentos é o dever de todo homem (Ec. 12.13). Na aula de hoje reforçaremos esse ensinamento, destacando, a princípio, que temer a Deus não significa ter medo dEle, antes obedecê-lo, em amor.

1. LEMBRANDO DO CRIADOR
A juventude é uma etapa na vida de muitas descobertas, muitos rapazes e moças, na busca desenfreada pelo prazer, acabam se distanciado do Criador. Por esse motivo, o autor do Eclesiastes convida os jovens a lembrarem do Criador, justamente nessa fase da vida (Ec. 12.1). Paulo também deu as mesmas instruções ao jovem pastor Timóteo, orientando que esse seguisse a justiça, a fé, o amor e a paz (II Tm. 2.22). As opções para a juventude são as mais diversas, muitos se dedicam exclusivamente para aquilo que traz satisfação, o prazer como um fim em si mesmo. O risco é o hedonismo distanciado de Deus, ou mais propriamente irresponsável, que destrata o ser humano. A juventude está sendo dizimada por causa das drogas, muitos perderam o poder de decidir, se tornaram escravos do pecado (Jo. 8.34). A orientação do sábio é para que os jovens se lembrem do Criador, antes que chegue o tempo da velhice, no qual dirão não encontro nele contentamento. Evidentemente, os velhos têm seu lugar no Reino de Deus, conforme destaca o salmista, muitos ainda dão muitos frutos (Sl. 92.14). O pragmatismo moderno pode incitar a desconsideração aos mais idosos. Mas isso não pode acontecer entre aqueles que servem a Deus. A mensagem do autor do Eclesiastes é uma comparação, entre o vigor da juventude, a busca pelo prazer, e a velhice, uma fase também de canseira e enfado (Sl. 90.10). Diante de tudo, a conclusão final do pregador é: “Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem” (Ec. 12.13), independentemente da idade.

2. APRENDENDO NA ESCOLA DA VIDA
A vida é uma escola e nela extraímos muitas lições, mas, diferentemente das escolas convencionais, passamos pelo teste primeiro, e tiramos as lições posteriormente. No livro de Eclesiastes, Salomão, em sua idade avançada, repassa instruções para os mais jovens, com base em sua experiência. Esse foi um dos homens mais sábios que já passou pela terra, estudou e investigou a respeito de vários assuntos, escreveu livros como Cantares, Provérbios e Eclesiastes (I Ts. 3.3-28). Ele teve o cuidado de organizar seus ensinamentos, dentro de uma abordagem que em nada deixa a desejar se comparados aos tratados filosóficos contemporâneos. Assuntos que foram tratados em Eclesiastes podem ser encontrados nos dias atuais nos escritos de Jean Paul Sartre e Albert Camus, considerados expoentes do existencialismo. A diferença é que esses não fundamentaram suas reflexões em Deus, mas nas investigações filosóficas. As palavras de Salomão, por sua vez, partem do equilíbrio, que procede de Deus (Pv. 8.6-11). Ele reconhecia que não falava apenas pelo seu intelecto, sua exposição não se firmava em dotes meramente humanos, mas em Deus, que O inspirou para refletir (Ec. 12.11). Percebemos, nessa declaração do sábio, a importância de meditar a respeito da fé. Muitos cristãos supõem que não é preciso refletir a respeito do que se acredita. Mas Jesus ensinou que uma das demonstrações de amor a Deus é o uso do pensamento (Mt. 22.37). A fé se sustenta não na razão, mas a razão pode ser utilizada para justificar a fé, por isso, crer é também pensar. O pensamento não pode ser um fim em si mesmo, como declara a filosofia moderna, mas é também uma prerrogativa cristã. A recomendação de Paulo é a de que saibamos em quem temos crido (II Tm. 1.2), e Pedro admoesta os crentes para que expliquem, quando inquiridos, sobre a fé que defendem (I Pe. 3.15). Na escola da vida, aprendamos as lições, a fim de crescermos na graça e conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo (II Pe. 3.18).

3. TEMENDO A DEUS
Mas a vida cristã não está fundamentada apenas no conhecimento, é preciso que aqueles que creem também demonstrem pelas ações, pois a fé sem as obras é morta (Tg. 2.14). Considerando que a vida é um presente de Deus, devemos viver não para nós mesmos, mas para Ele (At. 17.24-28). Somos responsáveis pelas nossas atitudes, não apenas diante dos homens, também perante Deus. Para tanto, devemos temer a Deus, em atitude de reverência, sobretudo de amor. Esse temor não é a mesma coisa que medo, muita gente tem medo de Deus, mas no amor não há medo (I Jo. 4.18). Esse é um temor obediente, não por imposição, mas por amor, na disposição para guardar os mandamentos de Deus (Ec. 12.13). Jesus advertiu que aqueles que dizem amá-LO guardam os mandamentos dEle (Jo. 14.21). Não devemos esquecer que o temor de Deus nos livra da impiedade e da autojustiça (Ec. 7.18), do perigo de achar que podemos agradar ao Senhor por meio das nossas obras (Ef. 2.8-10). Quando tememos a Deus, não somos atraídos pelo pecado (Ec. 5.6; 8.12), esse é o princípio da sabedoria (Sl. 111.10; 9.10). Aqueles que não querem saber do Senhor serão julgados no futuro, pois o momento chegará em que Ele fará distinção entre o justo e o injusto (Ec. 12.14). Aqueles que amam a Deus descansam na promessa de que nenhuma condenação há para eles (Rm. 8.1). Mas àqueles que morrem distanciados de Deus, que não se dobram a Sua palavra, e se negam a obedecê-LO, enfrentarão, no futuro, o julgamento final (Ap. 20.11-15). A Palavra de Deus responsabiliza o ser humano pelas suas ações, isso revela que não somos produto de um determinismo divino. Todos prestarão contas perante Deus das suas atitudes, considerando que a todos é dada a oportunidade para crerem (Jo. 3.16).

CONCLUSÃO
Os livros poéticos destacam o valor do temor do Senhor, sendo este o princípio da sabedoria. Essa verdade esboça um paradoxo em relação ao pensamento moderno, que valoriza apenas o acúmulo de conhecimento. Viver em obediência é o que há de mais sublime para o ser humano, porque essa é a vontade de Deus. Diante dEle, a vida que outrora estava destituída de significado, passa a fazer sentido. Pois nEle, e somente nEle, a nossa obra não é vã, isto é, deixa de ser vaidade, firmada em uma esperança eterna (I Co. 15.54,58).

BIBLIOGRAFIA
KIDNER, D. A mensagem de Eclesiastes. São Paulo: ABU, 1989.
WEIRSBE, W. W. Ecclesiastes: be satisfied. Colorado Springs: David Cook, 2010.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

"O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz". Isaías 9:1
Chegamos em mais um 25 Dezembro, dia em que milhões de cristãos espalhados pelo mundo comemoram o nascimento de Jesus. Dia escolhido pelos cristãos para gritar ao mundo que Jesus nasceu, gritar ao mundo que há esperança, gritar ao mundo que fomos PERDOADOS, gritar ao mundo que saímos das trevas e fomos transportados para Luz.

É momento de nos alegrar, de nos confraternizar, pois em Belém nasceu o Salvador. "O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz". É dessa forma que o Profeta Isaías se refere ao nascimento de Jesus [Isaías9:1]. 

Entre esse “povo” descrito pelo profeta “que andava em trevas”, estávamos todos nós, Homens perdidos em seus delitos e pecados, mas Deus por seu infinito amor e misericórdia, derramou sobre a humanidade sua graça e Luz. 

Luz que leva a perfeição, Luz que trás novidade de vida, Luz bendita, Luz do Senhor, Luz Messias Salvador. O próprio Cristo revela esta verdade em João 8. “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.

A grande luz que tem o poder de retirar toda a humanidade das trevas do pecado. Conforme os Magos do Oriente fizeram dando suas melhores dádivas ao menino Jesus lá em Belém. Hoje Todo o universo se curva em adoração ao salvador de suas almas. Alegramo-nos e regozijamo-nos pelo nosso Messias Salvador Jesus.

Sabemos que não foi em 25 Dezembro que Jesus nasceu, mais a data exata de seu nascimento pouco importa, o que realmente importa para o cristão é que Ele nasceu, veio nos dar vida; veio trazer-nos de volta a comunhão com Deus. Por isso devemos comemorar esse nascimento todos os dias.

Feliz Natal de Jesus em sua vida.

por Pb Josiel Dias

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Lição 12 - Lança o Teu Pão Sobre as Águas

LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS
Texto Áureo: Ec. 11.1 – Leitura Bíblica: 11.1-10

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
A vida “debaixo do sol” está cheia de paradoxos, e dependendo do ponto de vista, alguém pode concluir que nada faz sentido. Ao constatar a futilidade da vida, o autor do Eclesiastes pondera a respeito do que realmente vale a pena. Na aula de hoje mostraremos que, ainda que tudo aos olhos humanos seja vaidade, podemos tirar algum proveito da existência. Destacamos, inicialmente, a necessidade de viver pela fé, e mesmo de aproveitar a vida, ciente das responsabilidades que temos diante de Deus e do próximo. Ao final mostraremos a necessidade de, em todas as circunstâncias, depender do Senhor e confiar nEle.

1. VIVENDO PELA FÉ
Salomão começa a concluir sua análise da vida, e como um homem da assembleia, não se esquece de fazer aplicações. Aponta a importância de se viver pela fé, de lançar o pão sobre as águas. O sábio hebreu estava acostumado às transações comerciais, principalmente através do uso de navios (I Rs. 10.15,22). Aqueles que se aventuram no comércio sabem o quanto essa profissão é arriscada. Quem comercializa pode colher muitos frutos do seu trabalho, mas pode também perder tudo o que tem. Ninguém sabe o que acontecerá no futuro, é viável que se tome as devidas precauções para evitar surpresas. Mas não podemos ter garantias em relação aos nossos investimentos (Ec. 1.2,5,6). O agricultor é exemplificado como alguém que deposita as sementes no solo, na esperança de que, no futuro, venha a colher frutos. Essa é uma instrução do sábio para evitar o marasmo, a falta de tomada de decisões. Não podemos desperdiçar as oportunidades, para tanto precisamos estar atentos às circunstâncias, a fim de não deixar passar a porção que nos é destinada. Todos nós gostamos de comodidade, ninguém está disposto a se aventurar, mas a vida nos convida a arriscar-se. Ninguém pode determinar com precisão quais são os desígnios de Deus, por esse motivo, devemos ter coragem, e agir no momento que for requerido. Paulo orienta os crentes de Éfeso a remirem o tempo, essa expressão tem uma conotação financeira (Ef. 5.15-17). Diante dos dias maus, não podemos fugir da responsabilidade, antes fazer o que tem de ser feito. Tal como o lavrador da terra, não podemos deixar a chuva passar, olhar para o céu é precaução, até mesmo tentar antecipar os acontecimentos, mas uma vida pautada na fé demanda coragem. Não na própria fé, mas em Deus, que é a razão da nossa confiança, pois Ele é quem dará a colheita em tempo oportuno, de acordo com Sua soberana vontade (G. 6.8,9; Sl. 126.5,6; Os. 10.12).

2. APROVEITE A VIDA
Ainda que a vida pareça não ter sentido, e que tudo pareça ser tão fugaz, não podemos fugir da condição existencial. Antes precisamos atentar para a máxima: cape diem (aproveite o dia), não como as pessoas que não conhecem a Deus. O ser humano tem uma tendência ao exagero, isto é, aos extremos. Existem alguns que são legalistas, considerando tudo pecado, repreendendo os momentos de alegria. Outros levam para o outro lado, e acham que podem fazer tudo, nada consideram pecado, e se entregam à vida dissoluta. O autor de Eclesiastes nos conduz a um ponto de equilíbrio, ao reconhecimento de que não é pecado regozijar-se, afinal, podemos nos regozijar no Senhor (Fp. 4.4,5). É maravilhoso acordar todas as manhãs com sentimento de gratidão a Deus por tudo que Ele nos tem dado (Ec. 11.7,8; Dt. 33.25). Salomão demonstra preocupação com os mais jovens, que podem desfrutar com maior intensidade a vida. De fato, o período da juventude é caracterizado pela busca do prazer, em algumas situações, hedonisticamente. Os jovens devem estar atentos aos excessos, precisam guardar o coração e os olhos, para não pecarem contra Deus (Nm. 15.39; Pv. 4.23; Mt. 5.27-30), observarem as orientações da Palavra de Deus (Sl. 119.9,11). A alegria da juventude não deve ser desprezada, tenhamos cuidado para não contagiá-los com atitudes pessimistas. Antes que o sol se ponha, os jovens podem desfrutar do amanhecer das suas vidas. Por outro lado, eles devem estar atentos às suas responsabilidades, e terem cuidado para não destruírem o futuro. Muitos jovens estão perdendo suas vidas ao se entregarem ao mundo das drogas, e à promiscuidade sexual. Por não pensarem antes, estão colhendo os frutos amargos das decisões precipitadas. As consequências, não poucas vezes, são drásticas, e em alguns casos, irreparáveis. A descoberta de prazeres que agregam valores deve ser incentivada aos jovens, tais como ouvir música de qualidade, ler bons livros e devotar-se às atividades que resultem em amadurecimento intelectual e espiritual.

3. DEPENDA DO SENHOR
As instruções do sábio, autor de Eclesiastes, não devem motivar à autossuficiência. Muitas pessoas, tomadas pelo pragmatismo moderno, acham que podem fazer tudo, de que não existem limites. Essa onda motivacional pode ajudar àqueles que perderam o interesse pela busca de ideais. Mas é preciso que o remédio seja dado na dose certa, caso contrário, recairemos em mero ativismo, e em algumas situações, em superdimensionamento das possibilidades. Se por um lado algumas pessoas ficam inertes diante da necessidade de tomada de decisões, por outro, há os que se precipitam e agem sem refletir a respeito das consequências. Jesus nos ensinou a planejar antes de realizar qualquer empreendimento (Lc. 14.28-30). É uma demonstração de sabedoria avaliar os prós e contras antes de investir em determinado negócio, e também certa dose de realismo, para não se frustrar. Há crentes que, instigados pela teologia da ganância, se lançam em negócios, sem ter capital para sustentar o empreendimento, no final se decepcionam. Alguns recebem mensagens de supostos profetas que os impulsiona para fazerem negócios que não têm o respaldo divino. Mais triste ainda é ver muitos que se decepcionam não apenas com esses “profetas”, mas também com o próprio Deus, culpando-O pelo descumprimento da “sua” palavra. A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, mas das coisas que se não veem, aqueles que querem agradar a Deus devem ter fé nEle (Hb. 11.1,6). Mas essa fé não é mero pensamento positivo, uma vontade particular de que algo se concretize, de acordo com nossos desejos (Tg. 4.3). Trata-se de uma fé para além das circunstâncias, mesmo diante das perseguições, não é uma fé empresarial. É a fidelidade, resultante da produção do fruto do Espírito na vida do crente, uma disposição incondicional para seguir ao Senhor (Gl. 5.22). Aprendamos a pedir ao Senhor o pão nosso de cada dia (Mt. 6.11), a viver não pelo que vemos (II Co. 5.7), mas na esperança daquilo que o olho não viu (I Co. 2.9), cientes de que sem Jesus nada podemos fazer (Jo. 15.5).

CONCLUSÃO
A vida do cristão não é destituída de significado, fazendo referência a um dos personagens de Shakespeare, “não é uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, sem sentido algum”. Deus se importa com cada um de nós, Ele se interessa pelas nossas necessidades, não nos abandonou (Mt. 6.25-32; Hb. 13.5). Devemos fazer a parte que nos compete, agirmos com diligência (Mt. 10.16), mas também confiar na providência do Senhor, pois como ressaltou Salomão, o cavalo se prepara para a batalha, mas a vitória vem do Senhor (Pv. 21.31).

BIBLIOGRAFIA
ARRUDA, A. Eclesiastes: crítica à existência fugaz. São Paulo: Fonte Editorial, 2012.
WEIRSBE, W. W. Ecclesiastes: be satisfied. Colorado Springs: David Cook, 2010.

7 metas diárias do Verdadeiro Cristão

1) Cultuar a Deus, o que inclui adoração profunda, renúncia, intercessão, leitura bíblica com meditação e, eventualmente, jejum.
2) Esforçar-se para conduzir pessoas a Cristo e, quando possível, estar em paz e comunhão com os irmãos (Hb 12.14), exceto quando estes se enquadrarem em 1 Coríntios 5.11.
3) Defender a verdade do Evangelho, mas com mansidão e temor (Fp 1.16; Gl 1.8; 1 Pe 3.15).
4) Refletir a cada momento se tem andado conforme a Palavra de Deus (Sl 119.105).
5) Estar preparado para o Arrebatamento da Igreja (1 Jo 3.1-3; 1 Ts 5.23).
6) Estar mais cheio do Espírito Santo hoje do que ontem (Ef 5.18, gr.).
7) Ler bons livros, principalmente de autores que amam a Jesus e respeitam a sua Palavra.